Resumo: Radicalizando, ou seja, fincando as raízes trazemos com a força da presença pesquisas do Grupo de Pesquisa Corponectivos em Danças. A Dança na escola como forma de libertar. Dançar para ler o mundo. Mover às ideias é conhecimento. Espaço torcido, revirado, sem mesas ou carteiras. A ideia é desfileirar!
No cotidiano da escola precisamos fazê-la libertadora com diversos processos em dança, sendo estes não dualista, menos tecnicista e mais criativo, focado no desenvolvimento humano. Na busca da “liberdança” ou dança libertadora esses movimentos e o espaço escolar precisam acompanhar e oportunizar a liberdade desses corpos. Retirar cadeiras e mesas para libertar pessoas com aspectos físicos, emocionais, culturais e históricos múltiplos. São vidas que não podem ser repreendidas nem ocultadas. Devemos permitir que estas pensem em sua completude, no sentir, experimentar, expressar, apreciar. Pois, os corpos que dançam trazem experiências diversas. Mostrar as danças para se expressar no mundo, rompendo com a opressão dos corpos, conquistando autonomia para ser verdadeiramente livre. Somos do Grupo de Pesquisa Corponectivos em Danças da Escola de Dança-UFBA. Emancipar é mover! Para emancipar é preciso mexer as ideias e mover as ideias é mexer os corpesmentes todes, do modo que puder/quiser. Mover para várias direções, mover para as diversidades de movimentos, de sentimentos, de pensamentos.
Dança;Liberdança;Educação